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8 de março: Pelo empoderamento das mulheres

Escrito por: Penha Barrreto - Secretária da Mulher Trabalhadora CUT/ES

25/02/2016

O Dia Internaciona da Mulher não deve servir para cumprir a função de mascarar a sofrida realidade que o dia a dia nos mostra sem o menor perdão ou pudor

No dia 8 de março comemoramos mais um Dia Internacional da Mulher. Nesse dia, em todo o mundo as mulheres recebem homenagens, flores, presentes, entre outras coisas. O dia não deve servir para cumprir a função de mascarar a sofrida realidade que o dia a dia nos mostra sem o menor perdão ou pudor.

Em todo o mundo as mulheres ainda ocupam lugares inferiores aos dos homens nas mais variadas situações vividas. O preconceito, a misoginia, a inferiorização e a adoção de padrões estéticos são violências cotidianas contra a mulher. Quando essas formas de violência evoluem para violências físicas ou sexuais, elas atingem o ápice na escala de preconceitos que assola mulheres em todo o mundo. E toda violência se exacerba quando a morte se faz presente.

O número de mulheres mortas por seus companheiros ou maridos, vítimas de violência doméstica, envergonham a sociedade, envergonham o mundo. A festa do Oscar, maior premiação do cinema mundial, traz às telas neste ano um documentário sobre Saba, uma jovem que levou tiros de seu pai e foi lançada a um rio. Milagrosamente Saba se salvou da morte e hoje tem sua história documentada no cinema. A história de Saba se repete todo dia em que um homem se ache proprietário da vida de qualquer mulher. E quando relações sociais reafirmam o direito de vida e de morte de um homem sobre uma mulher, elas perpetuam a violência.

O machismo, raiz de toda violência doméstica, está ainda muito incrustado em nossa sociedade. É preciso lutar contra suas manifestações todos os dias. Mesmo nós, mulheres militantes, mulheres cutistas, mulheres que lutamos e sonhamos, precisamos nos desvencilhar cotidianamente de atitudes e preceitos construídos no interior de práticas patriarcais. Ou seja, o universo que gira em redor da figura masculina cria práticas que são impregnadas e que muitas vezes se sobrepõem ao discernimento.

No dia 8 de março comemoramos mais um Dia Internacional da Mulher. Nesse dia, em todo o mundo as mulheres recebem homenagens, flores, presentes, entre outras coisas. O dia então cumpre a função de mascarar a sofrida realidade que o dia a dia nos mostra sem o menor perdão ou pudor.

Em todo o mundo as mulheres ainda ocupam lugares inferiores aos dos homens nas mais variadas situações vividas. O preconceito, a misoginia, a inferiorização e a adoção de padrões estéticos são violências cotidianas contra a mulher. Quando essas formas de violência evoluem para violências físicas ou sexuais, elas atingem o ápice na escala de preconceitos que assola mulheres em todo o mundo. E toda violência se exacerba quando a morte se faz presente.

O número de mulheres mortas por seus companheiros ou maridos, vítimas de violência doméstica, envergonham a sociedade, envergonham o mundo. A festa do Oscar, maior premiação do cinema mundial, traz às telas neste ano um documentário sobre Saba, uma jovem que levou tiros de seu pai e foi lançada a um rio. Milagrosamente Saba se salvou da morte e hoje tem sua história documentada no cinema. A história de Saba se repete todo dia em que um homem se ache proprietário da vida de qualquer mulher. E quando relações sociais reafirmam o direito de vida e de morte de um homem sobre uma mulher, elas perpetuam a violência.

O machismo, raiz de toda violência doméstica, está ainda muito incrustado em nossa sociedade. É preciso lutar contra suas manifestações todos os dias. Mesmo nós, mulheres militantes, mulheres cutistas, mulheres que lutamos e sonhamos, precisamos nos desvencilhar cotidianamente de atitudes e preceitos construídos no interior de práticas patriarcais. Ou seja, o universo que gira em redor da figura masculina cria práticas que são impregnadas e que muitas vezes se sobrepõem ao discernimento.

Que no dia 8 de março sejam feitas muitas reflexões sobre o machismo e sobre a condição da mulher na sociedade. E que práticas machistas sejam denunciadas e combatidas com todas as forças. E que nossa capacidade de lutar e sonhar nos transforme em mulheres protagonistas de nossas histórias. E que nossa palavra de ordem seja “Empoderamento”. A paridade nos cargos de direção da CUT são um exemplo para toda a sociedade. Empoderemo-nos, então!

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