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Sinttel denuncia manobra antissindical da Claro

02/08/2017

Empresa assina CCT com sindicato que não representa seus trabalhadores e ainda deixa parte deles de fora, com salários mais baixos e sem benefícios

Escrito por: Sinttel (Redação)

Em mais uma ação antissindical, a Claro SA acaba de subscrever a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) com um SINDICATO QUE NÃO REPRESENTA os trabalhadores do grupo composto pela Claro, NET, Embratel, Star One, entre outras empresas fundidas ao grupo. Com essa convenção, a empresa mantém a discriminação com os trabalhadores oriundos da NET, hoje integrados ao grupo econômico Claro, representados legalmente pelo Sinttel-ES.

Ao fazer isso, além de discriminar uma parcela significativa dos trabalhadores do Grupo, que desde a fusão vêm sendo tratados como o filho feio, com salários e benefícios muito inferiores aos praticados para os demais empregados, a Claro fere o princípio da isonomia de tratamento.

Não satisfeita com essa prática abusiva e antissindical e mesmo sabendo que o Sinttel estava realizando assembleia com os trabalhadores do Grupo, inclusive os da NET, para fechamento da pauta, já encaminhada à empresa, a Claro assinou uma CCT com perdas infames para os trabalhadores, entre essas, destacamos:

·         reajuste de 2,07% (muito inferior ao INPC) para os salários até coordenadores e para o auxílio-creche. Uma infâmia, que já está causando revolta na categoria, conforme e-mails dos trabalhadores enviados para o Sindicato;

·         mantém o vale refeição congelado, como, aliás, já fez com os trabalhadores da Claro e da Embratel, cujo benefício ficou congelado por mais de um ano.

O Sinttel-ES é o representante legal dos trabalhadores do grupo econômico Claro, um conglomerado de telecomunicações, por isso não aceitará mais esse acinte de desrespeito da empresa aos trabalhadores e a sua organização. O Sinttel tomará, sim, as medidas legais cabíveis para garantir a isonomia de tratamento com os empregos da Claro (NET) dentro do Grupo.

NEGOCIAÇÃO JÁ!
A empresa ainda não sinalizou nenhuma data para o início das negociações, conforme foi cobrado pelo Sindicato quando da entrega da Pauta. O Sindicato quer também que a empresa negocie o PPR 2017. Até agora, só aconteceu uma rodada de negociação e, desde então, a Claro se finge de morta.

Os dirigentes sindicais sinalizam para os trabalhadores a importância de estarmos mobilizados e dispostos para enfrentar a empresa, porque não temos dúvidas que essa CCT servirá de base para a nossa negociação, e nós não podemos e não vamos aceitar essa migalha, mas a categoria tem que estar unida e fechada com o Sindicato.

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